O autor começa este capítulo caracterizando-o como um mini – curso de fluência tecnológica destinado a toda a família. Dizendo mais, se a nossa linguagem natural nos permite discutir acerca de todos os assuntos porquê não considerar o mesmo para a competência tecnológica.
Ao ler este capítulo uma das ideias com que fiquei foi que realmente todos nos podemos fazer o que quisermos com o computador, basta mesmo isso querer, que não existe uma idade em que se ganham capacidades. Referindo ainda o que Papert diz, hoje em dia tudo esta à distância de um click, é incrível, é preciso é faze-lo e saber como faze-lo principalmente.
Fala-se então no desenvolvimento de projectos e como os desenvolver, deixo os três princípios orientadores referidos pelo autor:
1- Os projectos devem alcançar objectivos no entanto, não devem ter em si mesmo o objectivo final, os melhores projectos abrem portas a novas situações.
2- “O que é bom para uns é bom para outros”.
3- Um bom projecto familiar de utilização do computador deve ter as suas raízes na cultura das crianças.
Wednesday, January 2, 2008
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment