Achei engraçadas estas expressões utilizadas por Papert, concordo em parte com esta ideia, apesar de alguns professores entusiasmados com o uso das novas tecnologias nas suas aulas estes não estão aptos para fazerem uma “revolução tecno- educativa” nas mesmas, pois por vezes não as dominam, estando num nível inferior até que os próprios alunos.
Com isto penso que para que a educação + tecnologia não estagne no estádio “teatro + câmara ” (citando uma ideia transmitida no livro), têm de existir órgãos superiores que possam dar formação aos professores para que estes consigam adaptar os seus programas e criarem novas estratégias de ensino pensadas para o uso das novas tecnologias e assim certamente começar a haver um avanço e concordância do processo de ensino com a realidade e o desenvolvimento tecnológico que tem vindo a revolucionar as nossas sociedades.
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